segunda-feira, 5 de maio de 2008

Inclusão Digital

Procurando na rede temas que falassem sobre a inclusão digital, encontrei este texto que me chamou a atenção por conta da citação de Marshal Mcluan, um visionário que já acreditava que um dia surgiriam as novas tecnologias.
E hoje elas estão aí disponíveis e ao alcance de um número considerável de pessoas, porque ao contrário deste comentário, acredito que mesmo com tanta miséria no país, já é possivel hoje que pessoas carentes tenham acesso a internet.
Hoje já temos acesso gratuito a internet, e inúmeras vantagens dela provida.
Estamos vivendo na era digital, a era da informação e de novas mídias.
A prova disso são os contínos estudos e pesquisas acerca desta mudança que é contínua principalmente na vida dos comunicadores.
Porém discordo do autor deste texto quando ele diz que os internautas são apenas campeões em horas navegadas e que a maioria dos brasileiros desconhecem o verdadeiro potencial da era digital.
Não acho que a "maioria" deva ser incluído nessa suposta estatística, pois muito se tem comentado sobre esse assunto em todos os meios de comunicação e por milhares de pessoas que do acesso a rede já criaram inúmeros proveitos dessa "era digital".
Acredito que realmente dentro de pouco tempo vamos nos tornar extenção da internet como Macluan um dia profetizou!!!
Quando o nosso planeta, pela primeira vez, foi chamado de aldeia global, o célebre autor desse conceito, Marshall Mcluhan, tinha diante dos olhos apenas equipamentos analógicos e os primeiros modelos de computador. Não viveu o suficiente para conhecer as novas tecnologias e ver o quanto o mundo, de fato, se tornou pequeno. Mas, profético, Mcluhan já enxergava a máquina como extensão do corpo e apontava o mecanismo dessa simbiose. “Os homens criam as ferramentas e as ferramentas recriam os homens”, dizia o professor canadense, observando que os instrumentos influenciam nossas idéias e comportamentos, mas, ainda que sofisticados, não são capazes, por si só, de criar consciência, consolidar aprendizagens ou melhorar as relações humanas.
Somos os campeões, sim, em horas navegadas na Internet, mas a maioria dos brasileiros desconhece o potencial da sociedade digital e de que modo ela pode proporcionar a todas as pessoas o exercício da cidadania plena.
Faltam - nos não somente políticas públicas de inclusão digital e investimentos em infra-estrutura tecnológica, mas a adoção de um modelo de inclusão que propicie às comunidades de baixa renda habilidades de manejo crítico da tecnologia.

Estamos distantes, ainda, de uma verdadeira cultura digital; o computador não está incorporado ao ambiente escolar, doméstico e empresarial brasileiro, e nem é utilizado para fins de reflexão e formação de uma inteligência coletiva.
Somos mais consumidores do que produtores e difusores de conteúdo, num desperdício de aprendizados que contribuiriam para pensar os problemas do País.
Acredito ser possível adotar um novo relacionamento com o universo das tecnologias, capaz de promover a cidadania, ampliar oportunidades nesse campo e tornar nossas conquistas patrimônio de toda a nação.
Para chegarmos lá, o conhecimento deve ser visto e tratado como produto de excelência, estratégico para o desenvolvimento do País.
E as ferramentas tecnológicas, por sua vez, usadas com responsabilidade, discernimento e sentido social.

Evento Sobre Atendimento ao Cliente e Novas Mídias

Realmente quando o assunto é "novas mídias" vemos que cada vez os comunicadores modernos estão se preparando para atender esse novo ramo da comunicação: a comunicação on-line.


Essa matéria sugerida por Carolina Terra, fala sobre o que foi discutido no evento sobre atendimento ao cliente e novas mídias.Achei Muito interessante e a meu ver contribui bastante para os profissionais de Relações Públicas que precisam estar atentos a novas informações sobre as novas formas de se comunicar!!!




Múltiplos Canais do Consumidor Exigente






O setor emprega mais de um milhão de operadores e é reconhecido como o primeiro emprego contemporâneo, num terceiro grande movimento nacional de absorção de mão-de-obra – antecedido pelo trabalho no campo e pela migração das pessoas para os centros industriais.

“Os novos canais de comunicação e seus impactos no relacionamento Empresa/Cliente”, organizado pela Associação Brasileira de Relações Empresa-Cliente (www.abrarec.com.br) no dia 18 de abril de 2008 no Grand Plaza Hotel em São Paulo/SP.

Os mais de 13 milhões de contatos de clientes no ano de 2007, via telefone, email, chat e voip, levaram o ouvidor do portal Terra, Jéfferson Settin, a falar sobre a experiência deste líder nacional em banda larga e provimento internet no gerenciamento e na resposta às demandas diversificadas.

São 2100 operadores atendendo os clientes, ainda que se constate uma preferência crescente pelo auto-atendimento. Ele acredita que esta perspectiva 2.0, de total interação, traga ainda mais responsabilidade para as empresas, porque a prontidão precisa ser 24 horas, sobremaneira no seu ramo de negócios on-line.

Este novo consumidor tem uma imagem muito negativa do tele-atendimento, que historicamente não apresenta efetividade nas soluções.

De outro lado, alerta: “ao disponibilizar um canal on-line, esteja sempre pronto para responder on-line, e rápido”.

Das antes 72 horas que separavam a pergunta da resposta, hoje o Terra tem a política de retornar em no máximo 12 horas.

No caminho da diminuição de custo do atendimento, há uma transferência progressiva do presencial para o tele e auto-atendimentos, sem com isso permitir queda de qualidade de resposta.

O ouvidor mostrou telas antigas do canal de serviços do portal e as inovações estéticas e funcionais, levando a mais de 700% de aumento de contatos pela interface on-line, inclusive cancelamentos de conta posicionado na capa, dentro de uma visão de transparência inclusive requisitada pela legislação."Agora, só pensamos em usabilidade.

Quanto mais rápido o internauta conseguir encontrar a informação, mais satisfeito sairá do contato”, aponta.Como dicas de profissionalização, Settin destaca a adequação de canais e linguagens ao estilo do consumidor, o investimento contínuo em tecnologia, a reformulação de processos para recriar os atendimentos e a instauração de canais alternativos para surpreender os clientes.

Conheça o novo profissional da internet, o mediador de mídias sociais

Quando eu estava procurando temas para escrever no meu Blog, encontrei essa matéria sugerida por Carolina Frazon Terra. Achei muito interessante e estou compartilhando.

A matéria completa está no site: http://idgnow.uol.com.br/carreira/2008/04/18/conheca-o-novo-profissional-da-internet-o-mediador-de-midias-sociais/IDGNoticiaPrint_view/

Carreira > Gestão Profissional
Por Lygia de Luca, repórter do IDG Now!
Publicada em 22 de abril de 2008 às 07h00
Atualizada em 24 de abril de 2008 às 12h48
São Paulo -


Ele interage com blogs, redes sociais e administra o boca-a-boca virtual das empresas. Conheça o novo profissional da web 2.0.

Quase 50% dos gerentes de marketing sênior dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra acreditam que o monitoramento de redes sociais e blogs deve ser um investimento das empresas, segundo um estudo da TNS Media Intelligence/Cymfony.
No Brasil, os blogs têm 10 milhões de leitores e, além disso, os internautas residenciais abrem 1.300 páginas do Orkut por mês, segundo o Ibope//NetRatings.
Com o crescente engajamento dos internautas nestas ferramentas, surgiu a necessidade de um novo profissional: o ‘mediador de web 2.0’, que monitora mídias sociais - comunidades virtuais, blogs, fóruns e outros - para controlar o que estão falando de uma empresa na internet.
Na web, o consumidor insatisfeito pode atingir até 220 pessoas ao falar mal de uma empresa - muito mais que no mundo real, quando ele atinge cerca de 11 pessoas, segundo Alessandro Lima, diretor de negócios da e.Life, que monitora o boca-a-boca online sobre marcas, produtos e serviços.

11º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa

Faça sua inscrição até 12/05/08 e participe do maior e mais importante evento da Corporativa da América Latina 14, 15 e 16 de maio de 2008 - Centro de Convenções Rebouças Av. Rebouças, 600 - São Paulo – Capital

Tema Central A Era Digital e a Nova Face da Comunicação

Este ano com

6 Conferências Internacionais

4 conferências Nacionais

28 palestras temáticas

1 painel com o melhor do 11º Congresso

10 workshops

Feira da Comunicação Empresarial

Apresentações Internacionais

Meg McDonald

Presidente da Alcoa Foundation (EUA)

James Andrews

Vice-Presidente da Ketchum Interactive Communications (EUA)

Alan Oshiki

Diretor-Geral da Agência Broadgate e Membro da PROI – Public Relations Organization interrnational (EUA)
Marco Franca

Vice-presidente da PRNewswire para América Latina (EUA)

Nelson Silveira Manager

Corporate Communications, GM Europe (Suíça)

Octavio Islas Carmona

Diretor do Projeto Internet, da Divisão de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade de Tecnologia de Monterrey (México)

Convidados Especiais:

Luiz Lara

Presidente da Lew’Lara/TBWA Propaganda Prêmio Personalidade da Comunicação 100 anos de ABI Homenagem à entidade através dos jornalistas Maurício Azêdo e Audálio Dantas, respectivamente Presidente e Vice-Presidente daABI – Associação Brasileira de Imprensa.

Convidado especial:

o jornalista Cícero Sandroni, Presidente da ABL – Academia Brasileira de Letras

domingo, 4 de maio de 2008

Comunicação e Relações Públicas

Olá, este blog foi criado para falar de comunicação!!! A Comunicação em Relações Públicas!

Comunicação é um campo de conhecimento acadêmico que estuda os processos de comunicação humana. Entre as subdisciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e Jornalismo.
A comunicação humana é um processo que envolve a troca de informações, e utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim. Estão envolvidos neste processo uma infinidade de maneiras de se comunicar: duas pessoas tendo uma conversa face-a-face, ou através de gestos com as mãos, mensagens enviadas utilizando a rede global de telecomunicações, a fala, a escrita que permitem interagir com as outras pessoas e efetuar algum tipo de troca informacional.
Relações Públicas designa a profissão e relações-públicas o profissional dessa atividade de comunicação. Relações Públicas ofertam uma variedade de funções a serem exercidas para as diversas organizações (sejam elas privadas, públicas ou do terceiro setor), sempre com vistas à manutenção do equilíbrio entre estas e os públicos com os quais interagem.
O objetivo de seu trabalho é o equilíbrio entre a identidade e a imagem de uma
organização, focando a imagem institucional e trabalhando a relação com a opinião pública.
A Associação Brasileira de Relações Públicas propôs em
1955 o seguinte conceito para a profissão: "Relações Públicas é a atividade e o esforço deliberado, planejado e contínuo para estabelecer e manter a compreensão mútua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas a que esteja, direta ou indiretamente, ligada"